No exercício dos quebra-cabeças, os participantes constróem quebra-cabeças em uma economia centralizada simulada, na 1ª rodada e, em uma economia de livre mercado, na 2ª rodada. Durante o exercício, são experimentadas as diferenças entre as duas economias e seu impacto na criação de um ambiente condutivo ao crescimento econômico.
Durante a 1ª rodada, o Presidente recebe fundos de investidores e controla a economia centralizada. Ele dá 80% dos fundos recebidos para seu Ministro do Planejamento, que por sua vez coordena a construção do quebra-cabeça. A tarefa do Ministro do Planejamento, entretanto, é frustrada pela falta de fundos. Os investidores, cada um dos quais comprou uma mesma quantidade de peças, pelo mesmo preço, desejam obter lucros vendendo suas peças de quebra-cabeça. Os lucros obtidos pelos investidores e a montagem do quebra-cabeça completo dependem da estratégia que o Ministro do Planejamento aplicar.
Durante a segunda rodada, o Presidente adota a economia de livre mercado. Ele anuncia que irá comprar um número mínimo de 4 peças encaixadas dos dois quebra-cabeças, a um preço negociado. Os investidores então negociam entre si e trocam peças para construir sua própria parte do quebra-cabeça. Os lucros obtidos pelos investidores e a montagem do quebra-cabeça completo dependem das características pessoais dos empresários e de sua colaboração mútua.
Pode haver investimentos lucrativos e não-lucrativos em cada uma das economias mas, o sucesso da economia em seu todo e como ser bem sucedido dentro dela, é a preocupação central.